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Reunião do Sindibeleza promove debates e esclarecimentos

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Na manhã dessa segunda-feira (02), o Sindibeleza, em parceria com a Fecomercio, realizou o 2º Encontro de Mudanças no Setor da Beleza e levou a debate assuntos que estão em voga no cenário trabalhista, como a reforma e a Lei Salão-Parceiro, assuntos que ainda geram muitas dúvidas. No evento, gestores e donos de salões de beleza tiveram a oportunidade de saber mais detalhes sobre os temas citados com a Dra Marlene Rodrigues, advogada trabalhista, e Luiz César Bigonha, presidente do Instituto SOHO e vice-presidente do Sindibel.

Na abertura, Ivo Dall’Aqua, diretor da Fecomercio, que recebeu um convite especial para representar a instituição, falou sobre o cenário econômico atual do País e a importância de encontros como esse realizado hoje. “Estamos envolvidos até a raiz dos cabelos e vamos cumprir com o nosso papel”, afirmou Ivo sobre a parceria e as novas reformas do setor.

Em seguida, o deputado federal Walter Ihoshi, que esteve presente nas movimentações em Brasília em prol da Lei Salão-Parceiro também ressaltou otimismo em relação ao novo cenário. “Esse avanço que tivemos dentro dos salões de beleza com a lei Salão-Parceiro é um indicador de que as coisas estão avançando. Nós queremos parabenizar a todos vocês, gestores e empreendedores que fazem do nosso setor um dos mais importantes no mundo, no consumo de produtos e cosméticos e também na prestação de serviços”, completou o deputado.

Fusão de sindicatos

“Realmente estamos em um momento de grande reforma. Uma reforma estrutural dentro da reforma sindical para melhor representá-los. A representação, que sempre foi feita dentro de um espírito de congregar toda a categoria de salões, hoje ela se mostra muito mais ampla. Nós temos que agradecer ao Bigonha, vice-presidente do Sindibel, em especial ao Marcos Meciano, presidente do Sindibeleza, pois os dois sindicatos agora serão unidos. Esse momento ultrapassa uma parceria, ultrapassa uma lei de Salão-Parceiro, ultrapassa uma reforma trabalhista e vem privilegiar o negociado em cima do legislado, que é o mote da nossa reforma. A reforma trabalhista foi feita exatamente nesse sentido, de nós termos uma negociação efetiva. E a nossa negociação começou dentro da entidade sindical que representa vocês”, resumiu a Dra. Marlene.

Logo após a abertura, a advogada trabalhista ressaltou formatos como o teletrabalho, a situação dos autônomos e contratos intermitentes. “Estamos tentando pincelar todo o contexto geral das reformas da lei dos trabalhos temporários para que os gestores e empreendedores tenham conhecimento das reformas e possam escolher o melhor caminho a seguir dentro do seu negócio”, explicou. Além dos novos contratos, Marilene também falou sobre a lei da terceirização dentro das reformas do trabalho temporário e as possibilidades de começar uma nova forma de trabalho.

Lei Salão-Parceiro na prática

Luiz César Bigonha finalizou o encontro destacando como a lei Salão-Parceiro acontece na prática. “Eu quero passar minha vivência para vocês porque é difícil ficar falando para nós, donos de salões, de artigos e leis. De certa forma, a prática é tão mais simples, mas é tão perigosa ao mesmo tempo porque se eu erro nas cláusulas contratuais ou se eu tenho uma tratativa com meu colaborador parceiro, diferente da contratual, independentemente de leis, ela vira vínculo de emprego”, disse. Ele também indagou: “precisamos analisar alguns pontos antes de firmar parceria, como por exemplo, eu quero ter um profissional parceiro na minha casa? Ou eu quero ter um empregado? São duas situações muito diferentes”.

Dentro dos questionamentos, Luiz estimulou os gestores a enxergarem quais são as pessoas certas para fazerem parte da lei Salão-Parceiro e ter relação transparência e parcerias para que o negócio ande do jeito certo. “É possível fazer diversas parcerias, nós temos mais de 400 funcionários e te digo que é possível sim. Como? Decide quem é seu profissional-parceiro e faça uma reunião com ele para decidir todos os pontos da parceria em conjunto, na coletividade. Desenvolva uma ata e faça uma homologação no sindicato para que seja válida e levada a sério”.

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