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Pós-NRF reúne varejistas de perfumaria em São Paulo

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Mais de 400 convidados, entre representantes de perfumaria e da indústria, tiveram acesso aos principais insights da maior feira de varejo mundial, a NRF, que acontece anualmente em Nova York


Na manhã desta terça-feira (26), a Beauty Fair realizou o Pós-NRF 2019, evento voltado aos varejistas de perfumaria do País. No encontro, os convidados puderam conhecer os insights que foram vistos na NRF Retail’s Big Show, em Nova York, em janeiro deste ano. A Beauty Fair, que tem como missão desenvolver o varejo de beleza como um todo, aposta nesse evento para promover o compartilhamento de informações obtidas durante a viagem à Big Apple, principalmente com profissionais que não participaram da semana de conteúdo nos Estados Unidos.

Realizado no Expo Center Norte, em São Paulo, o evento contou também com a presença de parte da Delegação Beauty Fair, que viajou para a maior feira de varejo do mundo. Cesar Tsukuda, diretor-superintendente da Beauty Fair, foi quem abriu o evento e, além de celebrar o momento de oportunidades do setor, ressaltou que o compartilhamento de conhecimento é fundamental para que todo o setor cresça. “Queremos compartilhar o que enxergamos de varejo para o futuro. A palavra do dia é gratidão; agradeço por estarem aqui e aos patrocinadores que viabilizaram nossa viagem. Tenho certeza que vocês sairão melhor do que entraram. Desejo que a informação gere ações e vocês transformem seus negócios”, concluiu.

Principais insights da NRF 2019
Alberto Serrentino, consultor de varejo e sócio da BTR-Varese, abriu o ciclo de palestras com a apresentação dos seis principais insights vistos  em Nova Iorque. “Temos hoje seis grandes temas a serem tratados no varejo. São eles o Retail Leapfrog, que se trata de um varejo que anda a passos rápidos, com ciclos cada vez mais curtos. O Deep Retail, que são as novas abordagens da tecnologia, menos intuição e experiência, mais dados, mais inteligência e tecnologia para melhorar a experiência do cliente. O Retail Operational Excellence (ROE) que significa que é preciso trabalhar as pessoas, ter excelência no operacional eliminando processos e pensar em operações simples que facilitem as disrupturas. O Customer Centric Organization, ou seja, precisamos fazer um varejo centrado no cliente, conhecer esse cliente, ter seus dados, estudar o público. As empresas perdem relevância se não se preocupam com gatilhos até a compra. O New Retail que indica que necessitamos coletar dados, ter obsessão por consumidores, conquistar novos públicos com as lojas físicas, gerar valor e, claro, dados. E, por último, falamos de Trusty Leadership, que se trata de ter uma cultura da empresa bem definida, ter gente engajada para não colocar os negócios em risco. As marcas precisam ter almas”, resumiu.

Tecnologia aplicada ao varejo
Grasiela Tesser, diretora na NL Informática, que foi responsável pela visita guiada entre os estandes do Expo Hall na NRF, deu sequência ao evento focando nas tecnologias vistas na feira de varejo de Nova York. “Somos a geração do quero já e agora, não temos mais paciência. Não vamos demorar a fazer o que a China faz porque estamos conectados com eles. A informação está cada vez mais em nossas mãos”, afirmou. A consultora ainda ressaltou que a presença digital é obrigatória. “Toda marca precisa ter e isso não quer dizer estar em todas as redes, mas estar. É preciso estar nas mãos dos consumidores”, disse.

Outro ponto apresentado por ela foi a necessidade de usar os dados e a tecnologia em prol dos negócios. “A tecnologia tem que ser usada como meio e não como fim; isso não pode nos atrapalhar. Mudem antes que vocês sejam obrigados a mudar. É preciso ter coragem e ousadia de quem faz primeiro”, concluiu.

Varejo de relacionamento para as novas gerações
Julio Takano, arquiteto e sócio-fundador da Kawahara & Takano Retailing, deu exemplos de lojas de varejo vistas durante a viagem à Nova York e que podem servir de exemplo para os varejistas brasileiros. Ulta Beauty, Gucci, Nike e Amazon foram alguns dos cases de sucesso comentados pelo profissional. “Hoje é preciso que haja uma integração de loja totalmente personalizada; como exemplo temos o autosserviço, o engajamento de cliente, realidade virtual, valores reais, personificação. O varejo precisa ser humano, conseguir ser autêntico e perceber o valor do cliente. A essência é pensar simples”, afirmou.

Durante o evento também houve uma troca de experiência entre representantes da indústria e varejo que participaram da Delegação Beauty Fair. A rodada foi mediada por Cesar Tsukuda e participaram do debate Mariella Scuro, diretora de marketing da Danny Cosméticos; Fábio Kai, CEO da Léo Cosméticos; Saymon Gonçalves, CEO da Della & Delle Casa do Cabeleireiro; Juvêncio Filho, diretor comercial do Shopping dos Cosméticos; Minoru Kamachi, sócio-diretor da Soneda Perfumaria; Marco Antonio Cerdeira, gerente nacional de vendas e contas regionais da Taiff; Alexandre Spregacini, gerente de marketing da Kiss NY; Irece Rodrigues, gerente de comunicação e marketing da Vult; Bruno Wolmer, diretor de vendas da Coty; Ana Carrijo, gerente comercial da L’Oréal Professionnel; e Daniela Ferré, gerente de marketing da Cless.

Para finalizar o evento, Cesar Tsukuda fez um resumo das tendências e insights voltando suas observações para o varejo de perfumaria. Entre os destaques, vale citar a cooperação entre marcas para que o varejo seja um caminho para atrair consumidores, utilizar os dados de forma simples, com objetividade e trabalhar de forma colaborativa; e ter propósito. Segundo o diretor-superintendente da Beauty Fair, tanto propósito quanto valores devem permear todo e qualquer tipo de transformação ou crescimento.

Em breve, vídeo completo da cobertura em nosso canal no YouTube.

Por Redação
Fotos: Mari Fasson

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