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Pós-depilatório com cera: evite intercorrências

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Depois do processo de depilação com cera, as queixas mais recorrentes entre as clientes são questões relacionadas a foliculite, pelos encravados, manchas e sensibilidade na região depilada. Esses quadros podem acontecer por algum tipo de
reação alérgica aos produtos, temperatura elevada da cera ou técnica feita de maneira incorreta em uma determinada área do corpo. “Em muitos casos, essas intercorrências negativas podem acontecer por fatores individuais. Propensão, cuidados com a higiene no pós-depilatório e manutenção da área depilada da maneira correta. Entretanto, há cuidados que são de responsabilidade dos profissionais que devem evitar e minimizar essas ocorrências”, explica Silmara Hoepers, especialista em biossegurança, estética facial e corporal e uma das palestrantes do 8º Congresso de Depilação da Beauty Fair 2018.

Análise prévia
Uma boa dica para o profissional é sempre fazer uma ficha de avaliação para conhecer
e catalogar o tipo de pele e de pelo de cada cliente, além dos métodos depilatórios
utilizados​, incluindo histórico de alterações cutâneas pós-depilatórias e possíveis
reações alérgicas existentes. Esse procedimento inicial tem o intuito de prevenir que ocorram intercorrências negativas, além de ser uma garantia da saúde da pele do
cliente. De acordo com Silmara, o profissional precisa orientar seu cliente sobre os
cuidados que ele deve ter casa, principalmente nas 48 horas após a depilação, momento em que a pele estará mais sensível e os poros estarão abertos. “As peles ressecadas são mais propensas a apresentar pelos encravados. Já peles oleosas têm mais tendência a foliculite, mas esses fatos não dispensam a consulta ao histórico da cliente”, reforça.

 

Tratando de forma correta
Para a especialista, é importante que os profissionais se atualizem constantemente participando de cursos relacionados à área da depilação, principalmente porque cada pele reage de uma maneira e é necessário estar preparado para tudo, já que os imprevistos sempre podem acontecer. Todo procedimento depilatório é de grande responsabilidade profissional, tanto para a identificação e escolha do método e melhores produtos, quanto na orientação home care. ​ O mercado oferece muito produtos cosméticos e equipamentos eletroestéticos para reduzir ou evitar essas ocorrências durante ou após a depilação. Para tratar manchas, queimaduras e foliculites o profissional precisa de uma formação completa sobre cada alteração cutânea. Em todos os casos é necessário um conhecimento amplo sobre fototipo cutâneo, processos de cicatrização, mecanismos de ação de ativos clareadores, indicações e contraindicações, etc. Em casos de queimaduras leves, é fundamental a hidratação e proteção solar. Nos quadros de foliculite, a cliente deve tratar a área com sabonetes antissépticos e secativos para a redução bacteriana. Já casos de alergias ou queimaduras mais graves, o profissional da depilação não pode interferir e deve
orientar que o cliente procure um médico dermatologista para aplicações tópicas de
anti-inflamatórios”, explica Silmara.

 

 

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