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Perdas e rupturas no varejo

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É preciso saber gerenciá-las para aumentar a rentabilidade do seu negócio

Quando se fala em investimento para prevenir perdas, em um primeiro momento, há um certo espanto nos gestores, explicou Carlos Eduardo Santos, presidente da ABRAPPE (Associação Brasileira de prevenção de Perdas) e diretor de novos negócios da LATAM.

Para ele, o título é um tanto “injusto” e deveria ser modificado para “Proteção do lucro e melhora das ações nos negócios”. Afinal, prevenir perdas é igual a economia e maior lucro. Carlos Eduardo pontuou as principais causas que geram prejuízos às empresas:

  • Perdas desconhecidas, como furtos internos, furtos externos (clientes);
  • Erros administrativos, como notas com entrada incorreta, promotores e entregadores;
  • Erros de processos, como caixas que não registram de forma certa os produtos;
  • Inventários.

Segundo Carlos Eduardo, essas perdas podem ser evitadas com planejamentos, investimentos em tecnologia e contratações mais qualificadas. Além destes investimentos, é necessário atenção especial aos estoques. “Muitas vendas são perdidas por falta de produtos, ineficiência em sua reposição ou planejamento inadequado. Para ter uma visão clara das perdas, o varejista deve fazer um cálculo simples: quanto perde-se ao fazer o inventário mais o quanto deixou de ser venda por falta de produtos na loja. Quando se previne as perdas, é possível ver o lucro entrando, aí o gestor tem a noção do quando é possível lucrar com essa prevenção. Muitos varejistas acabam tendo que aumentar os preços para sanar seus prejuízos, que resulta em perda de clientes. Se há esta prevenção e, consequentemente, lucro, é possível baixar os preços, possibilitando mais clientes e maiores vendas”, finalizou o especialista.

Por Carolina Altheman
Fotos: Ag. Riguardare

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