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NRF 2019: as 6 lições do varejo

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Eduardo Terra e Alberto Serrentino apresentam os grandes destaques dessa edição da maior feira de varejo do mundo


Se o cliente está no centro do varejo, durante a semana intensa em Nova Iorque, os varejistas ficam no meio de uma verdadeira enxurrada de conteúdo.

Para ajudar o entendimento dessa grande quantidade de informações, os especialistas em varejo Eduardo Terra e Alberto Serrentino fizeram um resumo das principais tendências vistas nos três dias de NRF BIG Show, que foram apresentadas durante o Seminário Internacional de Varejo Harvard Club.

Saiba um pouco sobre cada insight e inspire-se. Afinal, mais do que conhecer, é fundamental agir!

Retail Leapfrog | Mudanças exponenciais
Para exemplificar este tópico, Eduardo Terra disse que basta olhar para a China, um país que tem dado verdadeiros saltos em relação ao varejo mundial. E, de olho na velocidade deles é que precisaremos redefinir a nossa velocidade. Para dar uma ideia melhor, Terra citou que o volume de pagamento móvel na China é 70 vezes maior do que nos Estados Unidos. Em resumo, a velocidade é o remédio.

Deep Retail | Uma nova abordagem para tecnologia e dados
Com a mudança na tecnologia nos últimos anos, será preciso reorganizar os dados de uma forma diferente. Os dados não podem estar em silos; eles precisam estar em um único lugar. Pense que se a despesa com a tecnologia for boa, ela não é uma despesa; reduzirá a despesa.

A frase “Data beats opinion” só fará sentido se tivermos bons dados. Um bom exemplo de uso pertinente dos dados é a Amazon – 4 Star que tem seu sortimento da loja física definida pelos dados captados.

Retail Operational Excellence | Excelência Operacional do Varejo
As tecnologias amadurecem e servem para oferecer eficiência e resultado. Este é, segundo Terra, um insight pragmático de competitividade. É preciso parar de associar a transformação digital com e-commerce e marketing. E, toda vez que você olhar a tecnologia, enxergue dois ângulos: melhor experiência e ter eficiência.

Outro ponto que vale destaque é a mão de obra do varejo, que tende a cair. A tecnologia será a responsável por reduzir os custos.

Customer Centric Organizations | Varejo centrado no cliente
Segundo Alberto Serrentino, esse varejo que tem o consumidor como foco pressupõe entender como as pessoas se comportam; entender o que ele faz quando está com você, na sua loja e, principalmente, quando ele não está com você.

Neste processo, os dados voltam à tona: é preciso não só coletar, como analisar e decidir qual estratégia será praticada com base nestes dados. Para os varejistas, o desafio é “como a jornada do cliente será o eixo sobre seu negócio?”.

A ideia é que, com os dados, você não fique em sua loja esperando o cliente; você precisa intervir e garantir que ele irá até você.

New Retail | Loja e ecossistemas
Esse exemplo pode ser também ilustrado pela China, que ensina para o mundo como organizar lojas e repensar ecossistemas. Como que a loja se redefine? Com a aquisição de clientes e captura de dados.

O varejo precisa se desconstruir: não ter atrito, ser fácil, inteligente, conveniente e com experiência elevada.

Se o dado é um elemento que faz a diferença, temos que incorporar a cultura e decisões orientadas aos dados.

Trusty Leadership | Cultura, posição e transformação
Neste insight, Serrentino deixou claro que, quanto mais forte for sua cultura, princípio e valores, mais fácil será o processo de transformação. Os clientes se aproximam de marcas que se posicionam, que tem um propósito bem definido. A disciplina não é nem deve ser um contraponto à inovação.

Por Fabíola de Freitas, de Nova Iorque

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