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Jean Phillippe e Lesley Jennison: a parceria que deu certo

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O Jean Phillippe você já deve conhecer; ele ficou conhecido por ter criado o Ruivo Nude e, desde então, seu número de seguidores tem só aumentado e a sua expertise também. Já Lesley Jennison é aquela profissional inspiradora, com anos de experiência e uma grande paixão por cor.
Sabe o que acontece quando se une dois profissionais talentosos e com bastante conhecimento? Surge a coleção Dusted Rouge, que você conhece clicando aqui!
E foi no México, durante o lançamento da nova coleção e as comemorações de 120 anos de Schwarzkopf Professional (saiba mais!), marca da qual Jean e Lesley são embaixadores, que tivemos a chance de bater um papo descontraído. Confira!

 

Tudo gira em torno da cor
Lesley Jennison – “Para mim, cor é vida. Se eu pensar sobre minha carreira como cabeleireira, comecei muito jovem, aos 17 anos, quando conheci o mundo da cor com Vidal Sassoon. Eu sabia que minha vida ia mudar. É tudo sobre cor. A cor pode mudar a personalidade e a atitude das pessoas.

Jean Phillippe – “Cor é tudo. No começo, a cor era como um desafio pra mim. Eu não tinha ideia de como fazer cor aos 14, 15 anos. Fui inspirado pela minha mãe, que é uma boa colorista, e achei incrível quando ela falava sobre números (das cores) e eu não tinha ideia do que ela estava falando. Foi um desafio para mim saber o que é cor e descobri esse mundo de pigmentos, produtos e possibilidades.”

 

Universo dos loiros
Lesley Jennison –  “Todo colorista sabe que, cada vez que abrimos os olhos, seu cérebro reconhece diversos tons, sombras, cores, profundidade. E a forma como o cérebro reconhece a cor é primeiro com a luz, então a primeira cor que o cérebro reconhece é o amarelo, por isso há toda essa fantasia de que as loiras se divertem mais. Imagine, por exemplo, que você abre a porta e tem várias pessoas, uma morena, uma ruiva, e tem uma pessoa loira. Você dá um zoom naquela pessoa porque o seu cérebro reconhece o loiro primeiro. Por isso, quando você faz babylights no contorno do rosto, você está exaltando essa parte do corpo. É por isso que abordamos técnicas para deixar o topo mais escuro e mais luz ao redor do rosto.”

Parceria
Lesley Jennison –  “Eu sou incrivelmente sortuda. Acho que é uma ótima oportunidade ter dois coloristas trabalhando juntos. Nós tivemos a chance de ir ao laboratório juntos, escolher exatamente o tom e as combinações que queríamos, sem pressão, com tempo e acho isso incrível.”

Jean Phillippe – “É um sonho que eu nunca pensei que fosse viver. É uma experiência incrível poder criar sua própria cor. Eu não estou dizendo isso só porque trabalho como embaixador da Schwarzkopf. Sempre me surpreendeu o trabalho de Lesley, sou fã dela. Nem em um milhão de anos eu teria pensado em trabalhar com a Lesley, criar ou apresentar algo com ela, nem mesmo sentar ao seu lado. E essa parceria vai além porque ultrapassamos a barreira de trabalho; nos tornamos amigos de verdade. Nos divertimos muito durante esse tempo que passamos criando as cores. Foi uma oportunidade incrível.”

Educação
Lesley Jennison –  “Sempre digo que os cabeleireiros devem continuar  aprendendo, expandindo seu conhecimento. Um profissional quando chega a um certo ponto de experiência ou idade não tem que pensar nunca que não tem algo novo para aprender. Isso não é apenas sobre novas tecnologias. A tecnologia no mundo do cabelo tem mudado muito rápido, ainda mais nos dias atuais. Com JP aprendi algo muito importante e mudou o jeito que eu pensava sobre Dusted Rouge. Vi que ele usou o Pastelfier ao invés do descolorante e ter aprendido isso com ele me deu outra dimensão, outra forma incrível de usar Dusted Rouge.”

Tendências
Lesley Jennison –  “A tendência global tem mudado muito e se você pensar em 10 anos atrás e até antes disso, era muito raro ter uma tendência global de cor, era mais local. Na América do Sul tinha uma tendência, nos Estados Unidos também. E, inclusive dentro dos EUA eles tinham diferentes tendências dependendo da região. A Europa teria uma tendência particular, a Ásia, etc. E a razão pra isso é que cada lugar tinha seus astros de cinema, era inspirados por suas celebridades locais. Mas de 10 anos pra cá não é mais assim que funciona. Os astros, celebridades, modelos são os mesmos e estão vendo o que está nas redes sociais, o que postamos e é por isso que começamos a ver tendências se tornando globais. Se falarmos de Dusted Rouge, essa é uma tendência que começou na Costa Oeste dos EUA, quando os adolescentes estavam descolorindo seu próprio cabelo várias vezes para fazer cor fantasia, tendência do unicórnio. Depois apareceu o Rosé Gold e  nós começamos a ver que nossos clientes também queriam essas cores, mas de uma forma mais polida.”

Jean Phillippe – “Depois de trabalhar com vermelhos por cinco anos, durante todos os dias, posso dizer que há dois anos, os clientes queriam um tipo diferente de vermelho. Ainda temos esses clientes que desejam cores vibrantes, intensas. Mas, a maior parte deles quer um novo tipo de vermelho, que é diferente. E, bem, nós vimos que temos vários tons maravilhosos e vimos que o mais requisitado e queridinho é mix de cobres e nudes. E é algo que tenho feito há dois anos no meu dia a dia, quando comecei a misturar esses tons e criei o que chamamos, no Brasil, de ruivo nude.

 

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