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Extensão de cílios: olhos orientais e alguns segredos

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A esteticista Daniela Shimizu morou e se especializou no Japão durante 13 anos e, durante o 3º Congresso de Extensão de Cílios, falou sobre as estratégias ideais para trabalhar com esse formato de olho


Congressistas atentos às dicas de Daniela

Daniela Shimizu foi uma das palestrantes do 3° Congresso de Extensão de Cílios da Beauty Fair e falou sobre olhos orientais e as as melhores técnicas para exaltar a beleza desse formato de olho.

Ela é esteticista e morou por 13 anos no Japão, onde se especializou nos olhos característicos do Oriente. Hoje, residindo no Brasil, possui uma clínica localizada no Morumbi (SP), onde atende clientes com formatos diversos de olhos, embora seja especializada no Oriental. No espaço, ela ainda oferece especialização para os japoneses que querem acertar de vez nos olhares que desejam ter, independentemente de suas preferências e estilos.

Dicas e técnicas
Daniela iniciou a apresentação contando sobre sua trajetória e destacou que os olhos orientais são perceptivelmente diferenciados dos ocidentais. “Eles são mais puxados e não possuem dobrinhas. São retos, finos e curtos”, reforçou.

Com base nessas características, Daniela deu dicas sobre quais tipos de curvatura de fios de extensão devem ser aplicados e pensados na hora do trabalho. Ela disse que costumam ser, na maioria das vezes, a “D” e a “C”. A profissional também recomendou a utilização de fios flex, que são mais leves e apresentam um melhor caimento com espessuras mais finas.

Outra dica importante dada aos congressistas foi para que, primeiramente, os profissionais façam o lash lifting, que é a aplicação de produtos que ajudam a mudar a forma natural dos cílios, ajudando a desenvolver mais curvatura e hidratando os pelos. Após esse tratamento, é que Daniela sugere começar a aplicação do alongamento.

Ela ressalta que a aplicação pode ser padrão, porém, no momento de aplicar os fios, é necessário que o profissional entenda que cada olho é diferenciado e é necessário conhecer os cílios do cliente antes de tomar qualquer decisão. Além disso, entender o que a pessoa deseja expressar em seu olhar é essencial e deve ser feito em uma conversa prévia.

Curvatura “C” e “D” costumam ser as melhores para os olhos orientais

Além da prática de extensão
“A dica que deixo aqui é que usem o visagismo. Estudem pela internet ou façam faculdade, pois é muito complementar para os profissionais de beleza hoje em dia”, disse Daniela, que explicou que o Visagismo é um conjunto de técnicas profissionais que ajudam na valorização harmônica do rosto de cada pessoa e que, por isso, é necessário entender sobre o que pode ser aplicado ou não. Para ela, é interessante saber o que cada pessoa quer passar.

Para finalizar sua palestra, ela ainda indicou alguns tipos de materiais mais especializados e indicados para os olhos orientais. Segundo ela, as pinças devem ter uma enorme precisão e contarem com uma ponta fina, assim como o fio, pois assim a aplicação será feita mais facilmente.

O adesivo utilizado deve ser o de secagem rápida, pois facilita o trabalho e evita que os fios grudem uns nos outros. Também recomendou que não haja excesso de cola e que não tenha sobrepeso, pois isso influencia no resultado. Escolhendo um produto fino e leve, será mais fácil a aplicação.

Por fim, a fita micropore e o patch também foram citados. Para a profissional, os dois materiais devem ser utilizados em olhos orientais para que a dificuldade do profissional seja reduzida e, assim, poderá criar um look diferenciado fazendo com que os olhos não diminuam e não incomode o cliente.

Por Laura Ciampone
Fotos: Ag. Riguardare

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