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Beauty Fair 2018: Dr. Julian Gabarré palestra sobre harmonia facial em Congresso

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Especialista em ciência facial apresentou alguns estudos sobre as características
do rosto das pessoas e sobre personalidade


Durante o 3° Congresso Internacional de Visagismo, a maior autoridade mundial da ciência facial, o Dr. Julian Gabarré, esteve presente para mostrar a importância de se harmonizar o aspecto físico e estético do rosto com características do interior da pessoa. Ele iniciou sua apresentação explicando que não se pode analisar partes do rosto isoladamente para entender uma personalidade. “Antigamente, a análise da fisionomia dizia que o nariz determinava o comportamento. No entanto, o nariz não sai por aí sozinho, ou seja, as partes são integradas com o todo. Assim, rosto e cérebro estão interconectados. Pelo rosto vemos como é cada pessoa em termos de caráter, comportamento, inteligência. Daí a importância do visagista tentar conhecer a psicologia facial de cada um”, disse.

Desvendar os segredos das fisionomias, assim como as patologias que escondem, é objeto de estudo há algum tempo. Os egípcios, por exemplo, 3000 a.C já catalogavam diferentes formas de beleza e seus significados. O Dr. Gabarré apresentou um estudo sistematizado do Dr. Louis Corman, um dos maiores pesquisadores de fisionomia do século XX, para a interpretação de rosto com base em leis biológicas, como dilatação e retração, que apresentam pessoas alegres, cantantes, enquanto as retraídas são mais individualistas. As leis da tonicidade e atonia, por sua vez, mostram indivíduo ativos, com rosto tenso e pessoas passivas, com rosto caído e nariz quase sem asas. Com essas e outras leis e parâmetros é possível ver as atitudes das pessoas frente à vida.

De acordo com o especialista, na lei do equilíbrio e harmonia, tudo o que é excessivo é negativo. Mas tudo é relativo. Testa grande, por exemplo, não é sinônimo de inteligência, pois depende do restante. Um indivíduo pode ter inteligência e pouco pragmatismo, enquanto os de testa menor trabalham mais. As duas metades do rosto também compõem um dos parâmetros do estudo, com lado familiar, do passado e o lado atual. As dificuldades retraem o rosto e as coisas boas o dilatam.

“Apesar de conter informações interessantes, estudos como esse pedem tempo e dedicação para que seja possível conhecer as diferentes características das pessoas, sempre avaliando o conjunto. Com esse trabalho é possível moldar e reequilibrar as pessoas”, afirmou o Dr. Gabarré.


Por Lana de Paula

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