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As pessoas no centro de tudo

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Painel mediado pela Indeed reforça que colaboradores devem ser vistos também como clientes das empresas de varejo


A Indeed é uma empresa de recrutamento de colaboradores para empresas de varejo e neste último dia de NRF, representada por Carmen Bryant, diretora de marketing US, a Indeed mediou um painel com o tema “As pessoas fazem o lugar: insights de top varejistas “ e a presença de Rosalind Chevreuil, vice-presidente sênior de recursos humanos da Best Buy; Geoff Green, vice-presidente de aquisição de talentos da Foot Locker; e Mayerland Harris, vice-presidente de recursos humanos da HEB.

Os pensamentos e opiniões dos profissionais revelam porque as três empresas estão no topo quando se fala de bons lugares para se trabalhar no varejo. Pensar no colaborador como um cliente e ter a cultura, visão e valores da empresa bem definidos e expor de forma clara ao colaboradores são partes importantes principalmente quando o tópico é retenção de talentos.

Além de cultura, visão e valores, outros termos bastante ouvidos no varejo, porém com foco no cliente, como colaboração e flexibilidade também devem ser comuns às empresas no momento de recrutamento de colaboradores.

Para Carmen Bryant, da Indeed, a lealdade – ou falta dela – realmente é assustadora, já que as pessoas trocam de empresa facilmente. Mas como resolver essa questão? Além da cultura bem definida, como mencionado acima, oportunidade de crescimento dentro da própria empresa é um aspecto. Segundo Mayerland, há 28 anos na HEB, a possibilidade de trocar de área e desenvolver suas habilidades em outra parte da própria empresa é importante para retenção de um talento. Rosalind reforçou o ponto dizendo que é preciso ter certeza de que os colaboradores estão sendo vistos e tendo oportunidades. Para ela, a lealdade é algo pessoal, emocional e que por isso acredita que o fato de o colaborador decidir ficar na empresa tem relação não apenas com oportunidade, mas com conexão – e aí voltamos a falar de cultura – e também com o lado emocional.

Inclusão e diversidade também foram assuntos levantados durante o painel. E segundo Geoff, na Foot Locker, não se contrata alguém simplesmente por se encaixar nesse perfil. Eles buscam saber como é a área, quais colaboradores já fazem parte dela e de que forma e com qual perfil de diversidade e inclusão a área pode ser complementada para iniciar uma contratação.

Não adianta, segundo Rosalind, contratar um talento com a bandeira da diversidade e não poder mantê-lo. “Independentemente do que façamos, as pessoas precisam estar sempre no centro de tudo; sejam elas clientes ou colaboradores”, afirmou.

Assim como os clientes se identificam com o engajamento das marcas, a empresa precisa buscar funcionários que também se identifiquem com a companhia. “Funcionários felizes fazem os clientes felizes e clientes felizes fazem outras partes interessadas felizes”, destacou Rosalind.

A tecnologia não ficou de fora da apresentação, mas nenhuma das empresas utilizam algo como AI na hora do recrutamento. No entanto, chamadas de vídeo e formulários online para que o aplicante consiga entender em qual cargo pode se encaixar na empresa tenham se tornado cada vez mais comuns no processo de recrutamento. “A tecnologia e os humanos precisam trabalhar juntos”, resumiu Carmen.

Por Fabíola Freitas, de Nova Iorque

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